domingo, 12 de junho de 2011

Sábado 1

São sete dias consecutivos.
Entre um sábado e outro, nós esperamos.
Três meses para nos vermos novamente.
Aí sim, serão:
168 horas consecutivas aguardando.
Entre um livro tolo
Entre um rock e outro.
Quando eu vivo esse encontro,
Eu digo adeus
Refaço os meus planos
Pra rimar com os seus

Abandono o que é pronto
E digo adeus
Eu trago os meus sonhos
Pra somar aos seus
Móveis Coloniais de Acaju.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Em 10/05/2011 (originalmente)

Escrevi umas notas na agenda quando o dia estava chato. São pedacinhos da semana, encontros e desencontros impulsionados pela vida.
Continuo ouvindo, até que passo a acreditar, sim eles me convenceram (no fundo eu mesma já sabia disso). Algumas coisas mudaram e agora fica mais fácil perceber, é o tempo, só o tempo certo!
São tantas ideias a vagar no pensamento, tentando confundir tudo. Um mergulho em suposições e  assim sorrindo perceber que um dia sem resposta é normal, bem diferente do que achava proposital.
Que fique (sempre) provado que eu achava que bastaria, mas sempre sou surpreendida.

Qualquer mês

Não existia nenhum tipo de coisa marcada, nenhum compromisso em dizer. Ainda sim lembrou. Você tem uma boa memória, pelo menos desde que te conheço.
Lembro que no começo duvidei e me provou estar errada. Gostei disso, Mesmo –confesso– sendo um pouco mandona...
Mais isso a gente ajeita, você também é genioso... Então não vamos reclamar.
Ver a sua felicidade faz sentir-me tão leve. Até sem perceber já estou pensando em você. Não sei se isso é bom ou ruim, um misto de sentimentos invade meu peito.
Vaguei por lugares distantes, me perdi por supor demasiadamente, pra quê? Pra no fim sempre retornar aos primeiros passos.
Coloque-me frente a tua face, sem amarras, sem máscaras para te entender. Ahhh... Como você me envolve com essa sua simplicidade. Seu jeito de levar a sério o que realmente é importante; de me escutar.
Fico grata. Da boca pra fora? Não, suas palavras não, elas sempre são profundas (em mim).

“Te dou carinho, respeito e um afago
Mas entenda, eu não estou apaixonada”
Perdidamente sim, estou!

domingo, 5 de junho de 2011

Meu _ Sonho


(Os Paralamas do Sucesso) Composição : Herbert Vianna / Bi Ribeiro / João Barone
Pode ser que meu sonho seja assim
Te dizer quase tudo que você é pra mim
O que quero, o que espero
Sonho em te ver aqui
Sem rodeio, solto os freios
Canto o amor por ti
Se me calo, tenha claro que é por refletir
Nas minúcias das carícias que eu sonho em sentir
Ter teu gosto, ver teu rosto
Feliz a me pedir
Mais carinho, mais promessas
Que eu sonho em cumprir.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uma conversa sem sentido


 
-Você não tem esse direito, de maneira nenhuma!
-Absolutamente. Tenho sim!
-Desde quando?
-Ora, desde que eu te conheci.
- Não seja expletivo, por favor.
-Como não?
- Você certamente entendeu as coisas de outra maneira.
-Eu?
-Quem mais?
-Quem você pode estar imaginando... Eu? Não eu.
-Sim, você.
-Eu tenho esse direito!
-NÃO, você NÃO tem... Pare de achar isso.
-Não acho, tenho certeza.
-Já vi que essa conversa vai ser longa.
-Não vou mudar de opinião.
-Ah... Eu cansei!  Você não tem o direito de me ver de olhos vermelhos!
-Mas a culpa por acaso é minha?
-Talvez!
-Seja clara.
-Não posso, ainda não sei explicar... Talvez eu chore por você mesmo, só que não sei.
-Então não consegue falar, é isso?
-Sim.
-Não fale só me abrace.
-Isso é pouco.
-Você acha?
-Sim, você não?
-Pensei que não fosse dizer isso nunca.
(Eles se beijam)

sábado, 30 de abril de 2011

Não tem jeito


Saiba que quando você está confuso, eu também fico.
O verão nos nossos planos não era a melhor das estações,
Mas preferimos escolhe-lo a esperar mais alguns meses...
Saiba que as flores que me deu estão murchando,
Não por falta de cuidado (eu tenho muito), mas sim pelo tempo.
Então agora lhe peço: volte logo!
Algumas longas horas dentro de um avião trarão você de volta para mim.
E eu não consigo dormir, porque sem seu abraço eu não tenho as respostas.
E como eu preciso...
Depois de tantos problemas é duro saber que não tenho as soluções...
Com você por perto é muito mais fácil.
Saiba que quando fala meu nome bem baixinho aí antes de dormir eu escuto.
A melodia volta a tocar, não eu não quero escutar.
Desligo tudo e permaneço no mesmo lugar,
Só que agora no escuro... vejo as estrelas...
Não tem outro jeito, pensando em você eu adormeço.